R$2 bi no primeiro trimestre
Wow! Mil vezes Wow!
O comércio eletrônico faturou, apenas no primeiro trimestre deste ano, dois virgula três bilhões de reais em vendas online. São números muito expressivos, ainda mais em se pensando no perÃodo de crise que vivemos.
A última pesquisa do e-bit, o órgão que mensura de pertinho os números do e-comércio nacional nos dá uma luz de otimismo. As otimistas expectativas deste que voz escreve parecem estar se cumprindo: tanto consumidor quando o próprio comerciante estão conseguindo enxergar no e-commerce uma alternativa viável à crise.
Para o consumidor, preços muitas vezes mais baratos, facilidades de pagamento, de entrega, e todas as facilidades do e-commerce. E para o comerciante, uma operação mais barata e segura do que uma loja fÃsica. Além da maior de todas as possibilidades: a quebra da barreira regional à s vendas. Ou seja: qualquer lojinha de bairro, por mais conceituada e bacaninha que fosse, estaria destinada a ser a lojinha do bairro. A menos que começasse a abrir filiais mundo afora, o que, convenhamos, não é pra qualquer lojinha de bairro. Agora, apostando suas fichas numa loja virtual, não há limites fÃsicos mais. Em Patópolis, Patagônia ou na Terra do Nunca, se o Correio chega, tem comércio eletrônico.
Uma informação animadora do relatório é a constatação de que os grandes players estão começando a perder mercado para as pequenas lojas. Mais força para o consumidor, uma vez que a concorrência entre os diferentes players lhe é bastante benéfica. Além de trazer aconchegantes expectativas a quem está pensando em galgar seus primeiros degraus em e-commerce.
Os números são, ainda, bastante compatÃveis com o que aconteceu, proporcionalmente falando, no ano passado. Se vendemos R$2,3bi nesses primeiro 3 meses, e R$8,2bi no ano passado inteiro, faça as suas previsões.
E olha que estamos enfrentando uma crise, hein? As coisas só tendem a melhorar, terreno fértil à vista!!



Maio 21st, 2009 at 11:11
Tu viu a cagada envolvendo a FNAC? Sorte deles é que o preço estava absurdamente mais baixo, o que inviabilizou qualquer tentativa do consumidor de reclamar o direito de levar a mercadoria. Mas se o desconto fosse de 50%, já era.